Cais do Sodré e Ribeira das Naus

Na baixa pombalina, entre a Praça do Comércio e o Cais do Sodré.

Cais do Sodré visto desde o rio Tejo e um veleiro de velas vermelhas

Esta é a génese da engenharia naval portuguesa. A Ribeira das Naus foi o estaleiro real, estabelecido no século XV, onde foram construídas e reparadas as naus e caravelas da Expansão. Após o terramoto de 1755, a área foi redesenhada pelo Marquês de Pombal. O Cais do Sodré consolidou-se no século XIX e XX como o principal terminal de ligação fluvial (cacilheiros) à margem sul e como ponto de partida para embarcações de cabotagem.

Historicamente, a Ribeira das Naus acolheu a construção de embarcações de grande porte. Atualmente, o Cais do Sodré serve exclusivamente os ferries de transporte público. A Ribeira das Naus, após a sua recente requalificação, tem uma função mais recreativa e cultural, mantendo-se até hoje como uma frente ribeirinha de passeio, lazer e eventos náuticos. Recebe embarcações de pequeno porte, históricas e turísticas, sendo ponto central para circuitos de recreio e passeios fluviais, ainda que não disponha de capacidade significativa para amarração permanente.

Função Atual: Transporte público fluvial (Cais do Sodré), turismo e lazer (Ribeira das Naus). É um ponto nevrálgico de mobilidade urbana.

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