Jardim do Rio

Um espaço amplo e refrescante

Entre a arriba de Almada e o rio Tejo, o Jardim do Rio apresenta-se como um espaço amplo e refrescante, local indicado para um passeio agradável pelo cais do Ginjal, ou simplesmente para descontrair na relva junto ao Tejo.

Jardim com uma falésia ao fundo e elevador panorâmico visto desde o rio Tejo

Uma das principais atrações do Jardim do Rio é a sua localização privilegiada, que permite uma vista única do Rio Tejo, da Ponte 25 de Abril e da cidade de Lisboa. Trata-se de um espaço amplo e sobretudo refrescante que permite agradáveis passeios e momentos de descontração na área ajardinada. Dessa forma, o jardim foi projetado para ser uma extensão da cidade de Almada para o rio Tejo.

Fontanário mandado erigir pelo rei D. João V em 1736
Fonte da Pipa, erigida em 1736

A zona ribeirinha caracteriza-se por ter um caminho de pedra que segue o curso do rio e oferece uma vista espetacular sobre Lisboa. Neste espaço, é possível sentar-se nos bancos e desfrutar da paisagem ou até mesmo pescar no rio. Existe um percurso que termina num miradouro junto à praça do Elevador Panorâmico da Boca do Vento.

É um espaço pet-friendly, onde é comum ver pessoas a passear com cães, o que aumenta ainda mais o seu apelo junto de famílias e residentes locais.

O Jardim do Rio estende-se pela linha da escarpa, desde a Fonte da Pipa, um fontanário mandado erigir pelo rei D. João V em 1736, até aos casarios do Cais do Ginjal, salientando-se como uma pequena preciosidade da frente fluvial de Almada. A sua vegetação frondosa, concilia na perfeição com a frescura das águas proporcionando um ambiente de comunhão que apazigua os sentidos.

O Museu Naval

Destacam-se ainda nesta área o Museu Naval que, desde 1991, ocupa parte das instalações da extinta Companhia Portuguesa de Pesca (1920-1984). Além disso, a programação contempla exposições temporárias e de longa duração, onde se divulga a história e o património das empresas de construção e reparação naval que fixaram no concelho os seus estaleiros e oficinas, abrangendo um período histórico que abarca todo o século XX.

Assim, os dois restaurantes situados nas periferias são locais muito visitados, quer por habitantes locais, quer por turistas. Na verdade, as vistas que ambos oferecem e o ambiente em que estão inseridos, são extremamente convidativos para desfrutar da luz de Lisboa e da vista espetacular sobre o rio Tejo e de toda a capital portuguesa.

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